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Prefeitura Municipal de Itabaiana

Agentes Comunitários de Saúde recebem capacitação acerca da violência doméstica contra a mulher


Na manhã desta sexta-feira (16), os Agentes Comunitários de Saúde do município de Itabaiana receberam uma capacitação acerca da violência doméstica contra a mulher. O evento aconteceu no auditório da Secretaria Municipal de Educação e foi idealizado pela Secretaria de Desenvolvimento Social.

Durante a explanação, foi debatido o processo histórico da construção de desigualdade de gênero. Formaram a mesa de debate a coordenadora de políticas públicas para as mulheres, Lucivânia Lisboa, a promotora Maria Rita, representando o Ministério Público, o secretário municipal de Saúde, José Suelton, a representante da Secretaria Municipal da Educação, Rosilene Sousa, a representante do Conselho de Mulheres de Itabaiana, Cíntia Meireles, e a coordenadora do CREAS, Givaneide Vieira.

Lucivânia explanou que os casos de violência contra a mulher são alarmantes, inclusive em Itabaiana e que é possível previnir e acolher essas mulheres a partir de ações efetivas dos agentes comunitários.

"A violência vai muito além da agressão física. Infelizmente romantizamos as pressões psicológicas e o controle. O que estamos debatendo é que haja uma postura de igualdade de direitos de ter sonhos, de sorrir, de ter planos. A Lei Maria da Penha permite que uma mulher viva ao sair de um ciclo violento", disse.

O prefeito Adailton Sousa destacou que o tema deve ser debatido amplamente em todos os setores da sociedade. "Não podemos ficar desatentos a este debate. Todos devemos fazer nossa parte e contribuir para que casos dessa natureza não existam", afirmou.

Suelton, explicou que a capacitação é de suma importância pelo fato dos agentes estarem em contato direto com a população diariamente, visitando as casas, e podem contribuir para o diagnóstico situação da problemática.

"É no momento de uma visita que a mulher pode dar indícios de que está sendo violentada. Existe a coparticipação da Equipe de Saúde da Família para direcionar as mulheres aos órgãos competentes para que sejam tomadas as medidas cabíveis", disse.

Ele ainda ressaltou que além das medidas de segurança para as mulheres, os órgãos competentes podem direcioná-las para realização de acompanhamento psicológico. "A partir disso, podemos prevenir situações como o suicídio, a depressão e outras problemáticas", acrescentou.

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